Top Ten Contra o Crime

Dia 1 - Parte 2 - Omega

Roubo no Museu de Geologia

Mais um dia de trabalho para Erínia e Lamont Cranston “O Sombra”, policiais do DPN. São designados para investigar um roubo no Museu de Geologia de Neópolis. Lá descobrem que na noite passada foi roubado um minério alienígena chamado Zionita. De algum modo o ladrão passou pelo sistema de segurança do museu. Descobrem pequenos pedaços de espelho no chão próximo a vitrina do minério roubado e o um pedaço de vidro circular que foi cortado da vitrina roubada, eles os ensacam para análise. Ao investigarem o sistema de câmeras do museu conseguem ver o momento exato do roubo, o ladrão desce habilidosamente por corda de uma claraboia que fica logo acima da vitrina, se esgueira pelos sistemas de alarme laser, corta a vitrina com uma ferramenta abrindo um buraco circular, pega o objeto e sobe a corda novamente. Não conseguem distinguir a aparência do ladrão, somente que usava roupas pretas e máscara.
Ao interrogar o vigia do museu, um homem gordo meio-porco chamado Tommy, conseguem fazê-lo confessar que ele dormia em serviço quando o roubo aconteceu. Erínia investiga o terraço do prédio e descobre pegadas indo e vindo da claraboia em direção ao fundo do prédio. Enquanto saiam do museu para voltar a delegacia, são “abordados” por dois Aerolitos falantes que “vivem” em uma vitrina no museu. Um deles relata ter certeza que o ladrão é um mulher pois usava roupas coladas e suas curvas eram femininas.
Erinia e Lamont indagam ao dono do museu sobre o objeto roubado, este reponde que é um minério verde brilhante encontrado nos anéis do planeta Arturus. O minério foi dado ao museu por Omega, um herói famoso e nativo de Arturus que vive em Neópolis.

Atlantis

Enquanto isso, Hehet, Animatus, Bruno e Eiseheim discutiam com o diabrete preto em frente a delegacia de polícia. Eles se movem para capturá-lo após constatar sua indentidade. O diabrete tenta conjurar seu poder mas leva uma mordida da cobra-corrente, Zuzu, de Animatus e é agarrado por Bruno. Eles então o levam preso para a delegacia.
O grupo então se divide para bater de porta em porta interrogando as pessoas da lista de suspeitos do caso de homicídio no Núcleo de Pesquisa em Viagem Temporal. Bruno e Eiseheim pegam 5 nomes da lista com seus respectivos endereços, enquanto Hehet e Animatus pegam os outros 5. Bruno e Eiseheim vão ao primeiro endereço da lista, uma mansão onde o suspeito Atlantis vive. Eles são guiados pelo mordomo, um tritão, até uma piscina onde Atlantis e seu golfinho dourado de estimação, Goldie, estão. Atlantis é interrogado, dizendo não conhecer a vítima e dá um álibi para a noite do crime, dizendo que estava ali naquela mesma piscina, treinando com Goldie e que o próprio golfinho pode dar testemunho já que ele é super-inteligente comparado a outros de sua espécie.

Omega

Bruno e Eiseheim vão, então, ao endereço do próximo suspeito da lista, Alex Madison “Omega”. Este vive na suíte de um prédio luxuoso. Lá são recebidos pela mulher de Madison e ela diz que o marido está viajando, foi para Arturus estudar mais sobre as propriedades dos anéis do planeta. Eiseheim da a desculpa de ter de usar o banheiro e então entra furtivamente nos quartos da casa, investiga o quarto do casal e não descobre nada de interessante, somente a foto de madison, um humano alto com pele levemente dourada, cabelos prateados e olhos verdes que usa uma roupa azul escura colada típica de super herói com detalhes dourados e um símbolo da letra grega omega no peito. Encontra tambem o filho de madison jogando fliperama em seu quarto.
Interrogando a mulher de Madison acabam descobrindo que ele já ajudou o Núcleo de Pesquisa em Viajem Temporal em uma pequisa relacionada a Zionita. E provavelmente, o único modo de entrar em contato com Omega é através de um cientista que já trabalhou com ele e que tem meios de se comunicar com o planeta Arturus. O nome do cientista é Cronos e a mulher de Madison lhes dá o seu endereço.

Arturus e a Zionita

Enquanto isso, Erínia e O Sombra voltam a delegacia, vão até um perito forense para entregar as evidências encontradas no Museu roubado. O perito, um homem decrépito vestindo camiseta preta, jaqueta preta e um jeans surrado que dizem conseguir falar com os mortos. Eles então relatam seus achados para o Capitão Traynor e ele designa outro policial para ajudá-los: Vladmir Romanov, transferido do paralelo 36, herói de guerra do exército soviético. Os três investigam na internet sobre o minério roubado e descobrem que causa fraqueza no povo Arturiano e a presença dele nos anéis do planeta Arturus impede que eles desenvolvam super-poderes. Como Omega foi criado desde bebê na Terra, ele desenvolveu esses poderes e se tornou super-herói. Seu feito mais importante foi impedir que o império Aturiano, que é militar e autoritário, invadisse a Terra, conseguindo um tratado de paz que vigora até hoje. Eles vão então ao endereço de Omega interrogá-lo sobre o roubo e possíveis inimigos que possam querer usar o minério contra ele.
Ao sair do prédio de Omega, Bruno e Eiseheim se deparam com Vladmir, Erínia e O Sombra. Trocam informações sobre os dois casos e constatam que estão interligados. O próximo passo é visitar o cientista Cronos e tentar contatar Omega. Porém, logo são chamados para auxiliar outros policiais em outra investigação.

FIM DA SESSÃO 2

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Dia 1 - Parte 1 - Novatos
"Os mais novos membros do Top 10"

Anteriormente…

O Departamento de Polícia de Neópolis nunca esteve tão movimentado. Logo após o incidente com a comissionária Ultima e o sucesso na captura da maioria dos Sete Sentinelas após a descoberta de uma rede de prostituição infantil comandada por eles, o prefeito autorizou mais verba à polícia e exigiu que aumentassem o efetivo.
Dentro de alguns meses Capitão Traynor realizou a contratação de vários novos policiais, alguns novatos saídos da academia, outros transferidos de outros paralelos.

Os Novatos

Bruno Doomrider nunca se deu muito bem com a lei. Talvez isso seja da natureza de orcs. Mas problemas com sua ex-gangue o forçaram a procurar um novo trabalho e lugar para morar. Resolveu se tornar um policial, quem sabe assim ele pode dar umas porradas em alguns idiotas e ainda ser pago para isso! Já há alguns meses ele trabalha no NPD. Eiseheim, seu parceiro policial, é um ex-mágico de palco um tanto extravagante. O jeito de ser de Eiseheim as vezes deixa Bruno furioso e os dois tem o costume de discutir.
Um dia logo de manhã ao chegar no trabalho, eles são apresentados a dois novos policiais que foram transferidos para o Top 10 vindos do Distrito 7: Animatus e Hehet. Animatus parece um humano normal, com excessão talvez do seu modo de vestir usando roupas de couro pretas e uma longa corrente toda enrolada em seu torço. Na ponta da corrente uma espécie de abrideira que lembra uma mandíbula de metal. Para a surpresa de alguns a corrente as vezes parece se movimentar sozinha, e um bom observador veria que Animatus parece falar com ela quando ninguém está olhando. Mais estranho ainda é Hehet. Obviamente um robô, pois pode-se perceber seu corpo metálico, falta de emoção e voz robótica. Ele é porém esférico e não tem pernas, ao invés de andar ele flutua e ao invés de braços tem tentáculos que parecem feitos de um metal líquido que saem da superfície de seu corpo quando os utiliza e contraem de volta para dentro de seu corpo quando ele não precisa mais deles. Uma lente esférica vermelha, seu único “olho”, se move na superfície de seu corpo e mira no que quer que seja o foco de sua atenção.
Depois de se apresentarem aos novos colegas, o grupo se dirige à sala de reuniões onde o Sargento Kemlo costuma designar a atividade do dia para cada dupla de policiais do NPD. Bruno e Eiseheim são designados para patrulha, enquanto Animatus e Hehet devem investigar uma cena de crime.

Gangues de Rua

Enquanto patrulham as ruas da cidade Bruno e Eiseheim recebem uma chamada para averiguar uma denúncia de briga de gangues em South Green. Ao chegar no local, um terreno baldio, a dupla vê dois grupos de pessoas discutindo.
O primeiro grupo é composto de um rapaz loiro com uma faixa na cabeça, uma moça de cabelos castanhos e roupa de couro vermelha, um adolescente afro-descendente usando patins in-line e um homem de idade, careca, com pernas e braços cibernéticos. O segundo grupo é composto de um rapaz com roupas de ninja vermelhas, um homem grande e musculoso sem camisa, uma mulher de cabelos curtos loiros e um rapaz loiro usando uma roupa listrada que parece de um presidiário. O grande homem sem camisa não para de dizer “Se eu fosse prefeito, isso não aconteceria!”, “Se eu fosse prefeito, tal coisa seria melhor!”.
Ao interrogar os grupos os policiais descobrem o motivo da discussão: os dois grupos são vigilantes que combatem gangues, e os dois querem controle da área. Talvez pelo fato de serem novos em Neópolis eles não conhecem a lei contra vigilantismo. Infelizmente,os dois policiais se esquecem dela pelo mesmo motivo e Bruno Doomrider propõem que os dois grupos se juntem para combater as gangues e acabem logo a discussão. Ele acaba convencendo eles e a dupla então entra em sua viatura e continuam sua patrulha.
Mais tarde quando voltam para a delegacia levam uma bela bronca do Sargento por terem incentivado o vigilantismo. Mas como são novatos e a situação não gerou nenhuma complicação grave ainda, se safaram somente com uma bronca.

Homicídio no Núcleo de Pesquisa em Viagem Temporal

Animatus e Hehet chegam no Núcleo de Pesquisa em Viagem Temporal. Um prédio grande e bem cuidado com vários cientistas de jaleco entrando e saindo da porta dupla principal. Na entrada encontram a detetive Jackson e ela os leva por um corredor até o local do crime, um pequeno laboratório. Uma faixa amarela indica “crime scene” e Rei Pavão está no local interrogando colegas de trabalho da vítima. Ele informa à dupla de policiais que a vítima é o cientista Sullivan Foster. Ele vivia enclausurado no laboratório a dias concentrado em seu trabalho. Ao escutar um estrondo violento, outros cientistas do insituto correram para o laboratório da vítima e o encontraram morto.
Ao investigar o corpo os policiais veem que a vítima parece ter sido morta por um golpe na face com algum objeto pesado, já que seu rosto estava esmagado. Usando seu poder de psicometria Animatus tem a visão do momento do assassinato e descobre a aparência geral do assassino: humano, cabelos prateados, alto, usando roupa colada azul escura. A visão revela o assassino entrando no laboratório com velocidade tremenda, derrubando e debruçando-se sobre a vítima, e então golpeando seu rosto com o punho uma única vez, o que já foi o suficiente para esmagar sua cabeça. Logo em seguida o assassino escapa novamente em extrema velocidade. Através da visão Animatus deduz que o assassino possui super-velocidade e super-força, porém ela não é clara o suficiente para revelar seu rosto.
Após investigar a cena do crime, Animatus e Hehet pegam a viatura para voltar para a delegacia. Eles pretendem procurar registros de algum cidadão com as descrições que a visão de Animatus revelou.

O Diabrete

Em outra parte da cidade, Bruno e Eiseheim são chamados para investigar um caso de roubo e arruaça em uma LAN-house próxima a região que estão patrulhando. Quando chegam no local veem várias pessoas na rua sendo acalmadas e interrogadas por policiais ou discutindo entre si. Na Lan-House o dono diz ter sido enganado por um diabrete que lhe conjurou dinheiro em troca de um tablet, porém o dinheiro sumiu logo que o diabrete foi embora, e na rua também houve confusão por causa do dinheiro conjurado pelo diabrete. Após usar seus “poderes mágicos” Eiseheim supõe que o diabrete criou ilusões para enganar as pessoas.
Enquanto isso, voltando a delegacia, Hehet e Animatus vão a um computador e usando as perícias em computação de Animatus, cruzam as informações do assassino, que coletaram na cena do crime no Núcleo de Pesquisa em Viagem Temporal, com o banco de dados dos cidadães da cidade e conseguem uma lista de suspeitos. Após reportar ao Capitão Traynor sobre suas descobertas, ele designa Bruno e Eiseheim para ajudá-los a interrogar os suspeitos da lista. Eles se encontram na frente da delegacia para discutir o que fazer em seguida.
Enquanto estão lá, são abordados por um diabrete preto, com a mesma descrição física idêntica ao do ilusionista que enganou as pessoas na Lan-house. O diabrete fica questionando aos quatro como usar os “poderes da internet” e faz gestos estranhos e confusos com o tablet, tentando usá-lo como um objeto de magia ou poder sobrenatural.

FIM DA SESSÃO 1

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