Top Ten Contra o Crime

Dia 1 - Parte 1 - Novatos

"Os mais novos membros do Top 10"

Anteriormente…

O Departamento de Polícia de Neópolis nunca esteve tão movimentado. Logo após o incidente com a comissionária Ultima e o sucesso na captura da maioria dos Sete Sentinelas após a descoberta de uma rede de prostituição infantil comandada por eles, o prefeito autorizou mais verba à polícia e exigiu que aumentassem o efetivo.
Dentro de alguns meses Capitão Traynor realizou a contratação de vários novos policiais, alguns novatos saídos da academia, outros transferidos de outros paralelos.

Os Novatos

Bruno Doomrider nunca se deu muito bem com a lei. Talvez isso seja da natureza de orcs. Mas problemas com sua ex-gangue o forçaram a procurar um novo trabalho e lugar para morar. Resolveu se tornar um policial, quem sabe assim ele pode dar umas porradas em alguns idiotas e ainda ser pago para isso! Já há alguns meses ele trabalha no NPD. Eiseheim, seu parceiro policial, é um ex-mágico de palco um tanto extravagante. O jeito de ser de Eiseheim as vezes deixa Bruno furioso e os dois tem o costume de discutir.
Um dia logo de manhã ao chegar no trabalho, eles são apresentados a dois novos policiais que foram transferidos para o Top 10 vindos do Distrito 7: Animatus e Hehet. Animatus parece um humano normal, com excessão talvez do seu modo de vestir usando roupas de couro pretas e uma longa corrente toda enrolada em seu torço. Na ponta da corrente uma espécie de abrideira que lembra uma mandíbula de metal. Para a surpresa de alguns a corrente as vezes parece se movimentar sozinha, e um bom observador veria que Animatus parece falar com ela quando ninguém está olhando. Mais estranho ainda é Hehet. Obviamente um robô, pois pode-se perceber seu corpo metálico, falta de emoção e voz robótica. Ele é porém esférico e não tem pernas, ao invés de andar ele flutua e ao invés de braços tem tentáculos que parecem feitos de um metal líquido que saem da superfície de seu corpo quando os utiliza e contraem de volta para dentro de seu corpo quando ele não precisa mais deles. Uma lente esférica vermelha, seu único “olho”, se move na superfície de seu corpo e mira no que quer que seja o foco de sua atenção.
Depois de se apresentarem aos novos colegas, o grupo se dirige à sala de reuniões onde o Sargento Kemlo costuma designar a atividade do dia para cada dupla de policiais do NPD. Bruno e Eiseheim são designados para patrulha, enquanto Animatus e Hehet devem investigar uma cena de crime.

Gangues de Rua

Enquanto patrulham as ruas da cidade Bruno e Eiseheim recebem uma chamada para averiguar uma denúncia de briga de gangues em South Green. Ao chegar no local, um terreno baldio, a dupla vê dois grupos de pessoas discutindo.
O primeiro grupo é composto de um rapaz loiro com uma faixa na cabeça, uma moça de cabelos castanhos e roupa de couro vermelha, um adolescente afro-descendente usando patins in-line e um homem de idade, careca, com pernas e braços cibernéticos. O segundo grupo é composto de um rapaz com roupas de ninja vermelhas, um homem grande e musculoso sem camisa, uma mulher de cabelos curtos loiros e um rapaz loiro usando uma roupa listrada que parece de um presidiário. O grande homem sem camisa não para de dizer “Se eu fosse prefeito, isso não aconteceria!”, “Se eu fosse prefeito, tal coisa seria melhor!”.
Ao interrogar os grupos os policiais descobrem o motivo da discussão: os dois grupos são vigilantes que combatem gangues, e os dois querem controle da área. Talvez pelo fato de serem novos em Neópolis eles não conhecem a lei contra vigilantismo. Infelizmente,os dois policiais se esquecem dela pelo mesmo motivo e Bruno Doomrider propõem que os dois grupos se juntem para combater as gangues e acabem logo a discussão. Ele acaba convencendo eles e a dupla então entra em sua viatura e continuam sua patrulha.
Mais tarde quando voltam para a delegacia levam uma bela bronca do Sargento por terem incentivado o vigilantismo. Mas como são novatos e a situação não gerou nenhuma complicação grave ainda, se safaram somente com uma bronca.

Homicídio no Núcleo de Pesquisa em Viagem Temporal

Animatus e Hehet chegam no Núcleo de Pesquisa em Viagem Temporal. Um prédio grande e bem cuidado com vários cientistas de jaleco entrando e saindo da porta dupla principal. Na entrada encontram a detetive Jackson e ela os leva por um corredor até o local do crime, um pequeno laboratório. Uma faixa amarela indica “crime scene” e Rei Pavão está no local interrogando colegas de trabalho da vítima. Ele informa à dupla de policiais que a vítima é o cientista Sullivan Foster. Ele vivia enclausurado no laboratório a dias concentrado em seu trabalho. Ao escutar um estrondo violento, outros cientistas do insituto correram para o laboratório da vítima e o encontraram morto.
Ao investigar o corpo os policiais veem que a vítima parece ter sido morta por um golpe na face com algum objeto pesado, já que seu rosto estava esmagado. Usando seu poder de psicometria Animatus tem a visão do momento do assassinato e descobre a aparência geral do assassino: humano, cabelos prateados, alto, usando roupa colada azul escura. A visão revela o assassino entrando no laboratório com velocidade tremenda, derrubando e debruçando-se sobre a vítima, e então golpeando seu rosto com o punho uma única vez, o que já foi o suficiente para esmagar sua cabeça. Logo em seguida o assassino escapa novamente em extrema velocidade. Através da visão Animatus deduz que o assassino possui super-velocidade e super-força, porém ela não é clara o suficiente para revelar seu rosto.
Após investigar a cena do crime, Animatus e Hehet pegam a viatura para voltar para a delegacia. Eles pretendem procurar registros de algum cidadão com as descrições que a visão de Animatus revelou.

O Diabrete

Em outra parte da cidade, Bruno e Eiseheim são chamados para investigar um caso de roubo e arruaça em uma LAN-house próxima a região que estão patrulhando. Quando chegam no local veem várias pessoas na rua sendo acalmadas e interrogadas por policiais ou discutindo entre si. Na Lan-House o dono diz ter sido enganado por um diabrete que lhe conjurou dinheiro em troca de um tablet, porém o dinheiro sumiu logo que o diabrete foi embora, e na rua também houve confusão por causa do dinheiro conjurado pelo diabrete. Após usar seus “poderes mágicos” Eiseheim supõe que o diabrete criou ilusões para enganar as pessoas.
Enquanto isso, voltando a delegacia, Hehet e Animatus vão a um computador e usando as perícias em computação de Animatus, cruzam as informações do assassino, que coletaram na cena do crime no Núcleo de Pesquisa em Viagem Temporal, com o banco de dados dos cidadães da cidade e conseguem uma lista de suspeitos. Após reportar ao Capitão Traynor sobre suas descobertas, ele designa Bruno e Eiseheim para ajudá-los a interrogar os suspeitos da lista. Eles se encontram na frente da delegacia para discutir o que fazer em seguida.
Enquanto estão lá, são abordados por um diabrete preto, com a mesma descrição física idêntica ao do ilusionista que enganou as pessoas na Lan-house. O diabrete fica questionando aos quatro como usar os “poderes da internet” e faz gestos estranhos e confusos com o tablet, tentando usá-lo como um objeto de magia ou poder sobrenatural.

FIM DA SESSÃO 1

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FelipeAndrade

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